Como escolher um candidato a Presidente da República, segundo eu próprio, depois de um apurado estudo científico

Diga-se o que se disser, as eleições presidenciais de 18 de Janeiro de 2026 trazem de volta uma competitividade poucas vezes vista desde 1974. E volta assim o interesse do povo pelas Eleições.

E só por isto, já ganhamos todos!

Mantive até há muito pouco tempo uma tendência de voto que nunca me aconteceu: podia, à vontade, votar em quatro candidatos. Isto levou-me a pensar no que nos influencia para um dado candidato, e cheguei à seguinte conclusão que a nossa de decisão de voto depende de:
1 – Ideologia do candidato em comparação com a minha própria ideologia;
2 – Persona: quem é em termos individuais o candidato. Inclui a carreira, mas também as características pessoais.
3 – Conjuntura: como anda o mundo (Portugal e o resto) no qual o candidato vai ter de exercer.
4 – Influência externa próxima: quanto me deixo influenciar pela história política da família, dos amigos, dos colegas de trabalho, das conversas de café, do que leio no Facebook…
5 – Influência de sondagens: quanto me deixo influenciar pelo facto de um ou outro “ir à frente” nas sondagens.

Basicamente, no meu caso, são estas as influências, por ordem de importância, que me levam a votar em alguém.

Tendo consciência disso, tenho de combater algumas delas.

Não me posso deixar influenciar pelas sondagens, por exemplo.

Ou porque num dado debate não gostei da prestação de um candidato.

Ou porque ouço muitas pessoas no café a dizer mal ou bem do Ventura.

Então, faço uma análise só das características mais marcantes de cada um.

Aquelas que “saltam à vista”.

Que consigo identificar em 5 segundos.

O resto, ignoro (ou tento ignorar).

Por isso, entre os quatro que podia votar, vou pelo

João Cotrim de Figueiredo.

Pesando tudo, está na hora de “Imaginar Portugal“.

A minha análise rápida:

Aquele que quer ser “o Chefe”

O Baixinho

O Almirante

O TóZé

O Betinho

Agora já sabem:

IMAGINEM PORTUGAL

…e está feito.